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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Texto Argumentativo

A vida quotidiana de qualquer jovem, costuma estar bastante ocupada. Quer seja pela escola, pelos estudos, pelas saídas com amigos, ou até atividades desportivas. Por esta razão, é perfeitamente normal que os jovens durmam pouco e se sintam cansados, dado que existe tanta coisa que pode ser considerada, por nós, como mais importante que o descanso.
A falta de descanso leva à desconcentração, que acontece principalmente durante as aulas, que por norma, é a parte mais aborrecida do dia, e que necessita da maior capacidade de concentração.
Em relação às aulas, podem verificar-se dois tipos de desconcentração, aquele em que se perturba, e por sua vez, aquele em que não se perturba. A não tolerância deste segundo tipo, que pode ser vista em professores e docentes, é a que eu penso que esteja errada. Qualquer professor repreende um aluno se este estiver, por exemplo, a desenhar, ou até se estiver meio adormecido, com o argumento de este não estar a prestar atenção à aula. E porque é que não o há-de fazer? Precisamente porque o aluno não está a incomodar ninguém. Ainda se pode dizer que a repreensão se dá porque o aluno não está a tomar atenção à aula, mas na verdade, de quem é a responsabilidade de ouvir/tomar atenção ou não? É apenas do aluno. Quando este já tem uma certa idade, por exemplo, que tenha aulas a nível secundário, é perfeitamente capaz de tomar as decisões que irão definir o seu futuro. Se um aluno não presta atenção durante uma certa parte da aula, mas não incomoda a mesma, as consequências serão somente suas. Porque razão irá um professor repreender um aluno neste caso, se nada lhe afeta? Alias, enquanto o aluno está "no seu mundo", não existe a probabilidade de que este possa causar confusão ou transtorno dentro da aula, logo não existe também razão para o repreender. Ainda se pode dizer que poderá ter uma avaliação inferior, mas isso é responsabilidade do aluno, e uma consequência das  suas decisões, que acabam por não afetar ninguém a não ser ele próprio.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Hamlet - William Shakespeare

A obra é retratada na Dinamarca, escrita entre 1599 e 1601, e reconta a história do Príncipe Hamlet, que tenta vingar a morte do seu pai, envenenado pelo seu tio e atual rei, Cláudio.
Os guardas do castelo começam por ver um espectro igual ao rei falecido, e comunicam a Hamlet, que fala com ele e passa a saber qual a origem da morte do seu pai. Hamlet decide saber se o seu tio realmente matou o irmão, e começa a ter comportamentos estranhos.
Polonio, conselheiro-chefe do rei, com dois filhos, Laertes e Ofélia, diz à rapariga para se afastar de Hamlet, dado que este a cortejava, e devido aos comportamentos do mesmo, pensa que este está louco devido à rejeição de Ofélia, contando ao rei e à rainha aquilo que achava.
Com esta situação, o rei, chama dois amigos do príncipe para descobrirem o que se passa com ele, mas estes não descobrem absolutamente nada, e trazem comediantes para o irem entretendo.
Hamlet aproveita a oportunidade e utiliza os comediantes para representar uma peça de teatro sobre um assassinato, para observar a reacção do rei, e verifica que este fica irritado e revoltado, confirmando as afirmações do espectro de que tinha sido ele a matar o rei falecido.
Com este acontecimento, a rainha, descontente, chama Hamlet, e Polónio aproveita para se esconder e ouvir a conversa entre os dois, em que a rainha se chateia com Hamlet devido à peça representada. Entretanto parece o espectro a Hamlet, e a rainha, ao vê-lo a falar sozinho, pensa que este esta louco. O comportamento de Hamlet altera-se, e ao pensar que este a vai matar, a rainha grita levando a que Polónio, que estava escondido, fale e Hamlet lhe trepasse a espada através de uma cortina ao pensar que seria o rei.
Ao saber deste incidente, o rei manda Hamlet para Inglaterra, mas este consegue sair do navio, e volta à Dinamarca secretamente.
Laertes culpa o rei pela morte pai, mas este mais tarde lhe diz que foi Hamlet o culpado e ambos decidem envenenar uma espada, para que num confronto, Laertes atinja Hamlet e o mate.
Ofélia fica louca, e com isto afoga-se. Durante o seu funeral, enquanto Laertes chora dentro da cova, Hamlet aparece, e salta também começando uma luta com Laertes, em que afirma que a amava.
Depois de separados e já fora do cemitério, Hamlet conta a Horácio (amigo do príncipe) o seu plano para se vingar do rei, mas este e Laertes organizam uma luta para que possam espetar a espada envenenada.
O confronto entre Hamlet e Laertes ocorre, e o príncipe começa por ganhar. Em sua honra, a rainha sua mãe, bebe, mas bebe veneno (destinado a Hamlet como plano B, caso a espada falhasse) e cai no chão morta. Com este incidente, Laertes toca com a espada em Hamlet, mas no corpo-a-corpo, trocam se as espadas e desta vez é Hamlet quem toca com a espada em Laertes, ficando ambos envenenados.
Descobre-se que o autor de tudo isto é o rei, e este é obrigado a beber também veneno e morre. Também à beira da morte, Laertes e Hamlet, perdoam-se um ao outro e ambos caem mortos no chão.
Para finalizar, aparece Fortinbras, o príncipe da Noruega com quem estava em disputa, Horácio conta-lhe o sucedido, e este ergue todos os cadáveres.

domingo, 3 de novembro de 2013

Autobiografia

Eu sou a Rafaela Morais, tenho 15 anos, e nasci a 25 de Fevereiro de 1998, em São Francisco Xavier. Vivo com os meus pais em Rana, onde sempre morei, e tenho uma irmã de 21 anos a viver na Irlanda.

Andei na escola primária de São Domingos de Rana, na Escola de St. António e na Escola Fernando Lopes Graça, ambas na parede, e agora ando na Quinta do Marquês, no curso de Economia. Desde os 6 anos que também frequento a Escola de Dança Ana Mangericão.

Adoro dançar, ouvir música, estar no computador, ir à praia e sou viciada em compras. Gosto imenso de viajar, mas ainda não tive oportunidade de visitar muitos sítios novos. Costumo apenas ir várias vezes a Viseu e Coimbra porque tenho lá família.

Sou um pouco tímida quando conheço as pessoas, mas quem me conhece bem sabe que normalmente estou sempre bem disposta e falo a toda a hora, apesar de ter um feitio terrível. Ao mudar várias vezes de turmas, fui mudando também a minha maneira de ser, ajustando-me até ao que sou hoje.