Não é conhecida uma civilização que não possua manifestações musicais próprias. Porém, o que é realmente a música? A sua definição não é concreta, se é que existe uma.
O fenómeno musical é praticado desde a pré-história,calculando-se que os sons da natureza inspiraram o homem a organizá-los numa sequência . As civilizações da Ásia central, como a Mesopotâmia, Índia, Egito e China foram as primeiras a demonstrar a sua paixão pela música. Para eles, a música estava ligada à magia, à saúde, à metafísica e até à política, demonstrada em rituais religiosos, festas e guerras. Com o passar do tempo, a música foi se expandindo, sendo praticamente impossível a sua definição, uma vez que surgiram diferentes estilos musicais, consoante a região e a cultura. Assim se foi formando o fenómeno musical, a arte de combinar harmoniosamente os sons. Todavia, esta definição , retirada do dicionário, parece incompleta. Certamente, todos conseguimos identificar intuitivamente o que é a música, uma vez que está presente no dia-a-dia de cada um, contudo parece-nos que significa mais para nós do que apenas um conjunto de sons.
Durante diferentes gerações, músicos e escritores tentaram explicar/definir a música. Segundo o escritor russo do século XX Leonid Pervomaisky, "Pouco importam as notas na música, o que conta são as sensações produzidas por elas". O facto da música causar uma reação emocional no ouvinte é o que a torna tão especial, sendo este fenómeno algo que nos "toca" no interior, capaz de conseguir alterar a nossa forma de viver, maneira de estar e estado de espírito, dando-nos muitas vezes a ilusão de que a perfeição é real, tal como defendia o escritor alemão Johann Goethe ao referir que "O ritmo tem algo mágico; chega a fazer-nos acreditar que o sublime nos pertence".
É exatamente devido ao facto de conseguirmos exprimir de melhor forma o que sentimos através da música do que através da própria fala que não existe uma definição que consiga abranger o que realmente ela significa, visto que "A música é a voz do infinito".
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Abolição das touradas em Portugal
As touradas
são um espetáculo bárbaro. Com esta frase defino o meu ponto de vista sobre o “espetáculo”
das touradas.
Em primeiro
lugar o espetáculo em si é degradante, porque o público aplaudir um homem a
maltratar um animal, neste caso o touro, é indigno da cultura do século XXI.
Num país que recentemente criminalizou os maus tratos aos animais domésticos,
permite que permaneça legal e como um negócio o mal tratar outro tipo de
animais, será isto coerente? Como
afirmou o ex-presidente da Câmara da Azambuja: “Em Portugal , no fim da lide,
inicia-se o maior processo de selvajaria que se possa imaginar.”. Com isto, e
apesar de ele ser um defensor das “touradas de morte”, ilustra o quão
vergonhoso é o tratamento que os touros recebem após estarem a ser severamente
feridos com intuito de entreter alguns “aficionados” (http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-ex-presidente-da-cm-de-azambuja-fala-428256)
.
Dito isto
considero que a abolição das touradas em Portugal seria a melhor solução, mesmo
tendo em conta a tradição secular que é.
Pena de morte
A justiça já condenou muitas pessoas à pena de morte, afirmando que a morte era a melhor maneira de controlar o crime. Hoje em dia, com a criminalidade cada vez mais violenta e cruel, a pergunta que se pode fazer é: Será que a pena de morte é solução?Eu acho que a violência não se deve pagar com violência por isso para mim a pena de morte não é a solução para este problema.
Em primeiro lugar, acredito que o sistema de justiça não é perfeito e podem escapar alguns erros. No passado, houve muitos erros condenando os réus à morte mesmo sem o merecerem,tem acontecido algumas vezes que, após a execução do suposto culpado, o verdadeiro assassino confessar o seu ato desprezível. Pode ser necessário questionar a capacidade do Poder Judicial para julgar adequadamente uma pessoa culpada pois no caso de pena de morte, o erro judicial é irreparável.
Segundo, eu estou convencida de que não há humanos perfeitos o suficiente para julgar os erros de outro, muito menos para decidir a sua morte. Em outras palavras, o poder de vida e morte não pertence ao homem.
Em terceiro lugar, é certo que a pena de morte não assusta os assassinos. De acordo com os psicólogos, quando um homem trata de querer cometer um crime, na maioria dos casos, a lucidez do seu pensamento está ausente. Enquanto o crime for feito, nada pode impedir o criminoso ou assassino para parar.
Em conclusão, a pena de morte não pode impedir um criminoso de cometer um crime. Portanto, podemos puni-los severamente e justamente sem matar, porque na minha opinião é moralmente grave matar um homem antes que ele pudesse arrepender-se do seu crime.
Religião , falsa esperança e uma ideologia política .
Desde os primórdios da humanidade o ser humano sempre tentou descobrir o porquê de ao final da tarde ocorrer o pôr do sol , o porquê das aves voarem o porquê das estrelas brilharem à noite , tentou até descobrir o porquê dos seus entes queridos de um momento para o outro desaparecerem sem saber para onde iam,ou seja quiseram saber o porquê da vida .Mas sem respostas e com a esperança a desaparecer "inventaram " uma coisas de nome Deus. Uma solução milagrosa para todas as perguntas que cabiam na cabeça do homem :
-Mãe , porque está a chover ?
-Filho , é obra do "Deus da chuva".
E assim continuava a vida sempre com esta resposta rápida que não precisava de muito raciocínio. Se não era o Deus da chuva era o Deus do sol ou do vinho .
De repente começaram-se a construir templos para agradar estes seres divinos feitos do suor dos pedreiros e das lágrimas das mulheres destes que faleciam na construção dos edifícios religiosos, mas não fazia mal pois era tudo por uma boa causa .
A religião acabou por evoluir . Em vez de 10 deuses passou a haver um mas ficou tudo na mesma.
O fanatismo continuou a aumentar ou seja a cegueira aumentou , e com isto o governo viu uma oportunidade para disciplinar a população . A sociedade ficou ordenada pelas ideias do suposto Deus e por exemplo se um ladrão roubasse já não tinha o lugar no céu garantido . Mais tarde vários cientistas filósofos , autores conseguiram provar que algumas ideias ou dogmas da religião eram erradas .Porém estes ou acabavam por ser condenados a morte por heresia ou blasfémia ou tinham de admitir que as suas ideias estavam erradas .
Acho que já demonstrei o meu ponto de vista .Deus não existe é apenas uma personagem criada para ás perguntas da vida quotidiana ,para controlar sociedades e para dar esperança de que depois desta vida teremos vida eterna no paraíso ,ou seja , neste caso é uma forma ingénua de interpretar a vida .
-Mãe , porque está a chover ?
-Filho , é obra do "Deus da chuva".
E assim continuava a vida sempre com esta resposta rápida que não precisava de muito raciocínio. Se não era o Deus da chuva era o Deus do sol ou do vinho .
De repente começaram-se a construir templos para agradar estes seres divinos feitos do suor dos pedreiros e das lágrimas das mulheres destes que faleciam na construção dos edifícios religiosos, mas não fazia mal pois era tudo por uma boa causa .
A religião acabou por evoluir . Em vez de 10 deuses passou a haver um mas ficou tudo na mesma.
O fanatismo continuou a aumentar ou seja a cegueira aumentou , e com isto o governo viu uma oportunidade para disciplinar a população . A sociedade ficou ordenada pelas ideias do suposto Deus e por exemplo se um ladrão roubasse já não tinha o lugar no céu garantido . Mais tarde vários cientistas filósofos , autores conseguiram provar que algumas ideias ou dogmas da religião eram erradas .Porém estes ou acabavam por ser condenados a morte por heresia ou blasfémia ou tinham de admitir que as suas ideias estavam erradas .
Acho que já demonstrei o meu ponto de vista .Deus não existe é apenas uma personagem criada para ás perguntas da vida quotidiana ,para controlar sociedades e para dar esperança de que depois desta vida teremos vida eterna no paraíso ,ou seja , neste caso é uma forma ingénua de interpretar a vida .
Importância da Leitura
As novas tecnologias fizeram com que as
pessoas deixassem a leitura dos livros de lado. Isso resultou num desinteresse
geral pelos mesmos, possuindo um vocabulário cada vez mais pobre.
A leitura é uma atividade crucial para a
nossa aprendizagem e que permite a diferenciação entre o ser humano e os
animais. Através dela, é possível exercitar a memória, enriquecer o
vocabulário, obter conhecimento sobre diversas áreas, etc.
Na minha opinião, quando as pessoas
afirmam não ter paciência para os ler, isso acontece devido à falta de hábito, o que não ajuda nas atividades de argumentação e compreensão.
Na verdade, o hábito da leitura deve ser estimulado desde cedo, para que se obtenha todas as qualidades que esta oferece. Um livro é, até, capaz de ir contra as nossas ideias e entrar em conflito connosco, apresentando determinadas razões para conseguir que se fique confuso.
Acontece que Portugal é o país que
apresenta a taxa de leitura mais baixa na União Europeia, sendo esta de 32%.
Nos livros constrói-se uma versão própria
da história e ao basear-se num livro para fazer um filme, este nunca vai
cumprir certas expetativas de cada pessoa, de tal modo que os livros são até
melhor que os filmes.
Em conclusão, a leitura é um mundo
completamente diferente, cheio de coisas desconhecidas. Proporciona uma maior
capacidade de interpretação e de desenvolvimento cerebral.
Texto de Argumentação
É
importante fazer medidas e políticas para diminuir as emissões de gases na
atmosfera?
Eu
concordo com o tema de fazer medidas e políticas para a diminuição dos gases
para a atmosfera.
Com a
acumulação de gases na atmosfera, as temperaturas têm aumentado. Este aumento
da temperatura tem várias consequências:
O
aumento das secas que provoca a desertificação em algumas partes do globo;
A
alteração do ecossistema que provoca o desaparecimento de algumas espécies e
vegetação;
O
degelo da Antártida que provoca a
destruição do habitat dos animas da Antártida e a subida do nível do mar que
poderá prejudicar as zonas costeiras do globo
É
crucial a criação e a implementação das medidas e políticas pois sem estas as
consequências para os seres vivos que habitam na Terra podem ser muito graves.
Independência da Catalunha
Desde a reconquista cristã na Península Ibérica os Reinos de Leão, Castela, Navarro, e Aragão/Catalunha (originado por um casamento entre condes de cada um dos reinos) se agregaram num só, deixando o Reino de Portugal e o novo Reino da Espanha como únicos Reinos da Península Ibérica. Mas será que a atual Espanha se manterá "intacta"? Pelo menos os Catalães assim não o pretendem.
Sou da opinião que as atuais fronteiras europeias são para se manter, pois a União Europeia (UE) foi criada para aproximar os países, não para desagrega-los. Também não concordo com a maneira como o referendo é feito, pois se a Catalunha integra a Espanha, os espanhóis deviam ter o direito de votar o referendo, pois é de interesse comum às duas partes.
E se a Catalunha consegue a independência? Em primeiro lugar deixa de fazer parte da UE e vai ter que passar pelo processo inteiro de entrada na UE, por isso só fará parte da UE uns largos anos após a independência. Em segundo, como Mariano Jajoy e o seu governo referiram, o referendo não é válido para Espanha, mas se a Catalunha se torna independente Espanha quase de certeza cortará relações com a Catalunha. Um novo país com a entrada na UE dificultada e com poucas relações estrangeiras terá uma vida muito difícil pela frente.
Economicamente seria difícil para a Catalunha pois de relações cortadas com a Espanha pouco comércio iriam efetuar. A produção da Catalunha também não me pareça que consiga sustentar o povo todo da Catalunha, pois nos últimos cem anos muitos foram os espanhóis que se mudaram para a Catalunha, logo mais população para sustentar, e se a produção da Catalunha não for suficiente terão que importar sem conseguir exportar ou seja vão ficar com uma dívida. E se a populção da Catalunha contra a independência sair da Catalunha, é capital humano que sai da Catalunha, ou seja menos produção. E como vai reagir a Espanha à perda da Catalunha? Também será afetada naturalmente, como a UE por efeito dominó também irá ser afetada.
Concluindo a independência da Catalunha iria trazer problemas económicos, sociais e políticos tanto para a Catalunha, como para a Espanha e para a UE. De salientar ainda, que foi com problemas em termos de independência que a 1ª Guerra Mundial despoletou, e com os atuais conflitos existentes na Europa e no Resto do Mundo uma europa defragmentada, poderia facilmente despoletar a 3ª grande guerra.
Sou da opinião que as atuais fronteiras europeias são para se manter, pois a União Europeia (UE) foi criada para aproximar os países, não para desagrega-los. Também não concordo com a maneira como o referendo é feito, pois se a Catalunha integra a Espanha, os espanhóis deviam ter o direito de votar o referendo, pois é de interesse comum às duas partes.
E se a Catalunha consegue a independência? Em primeiro lugar deixa de fazer parte da UE e vai ter que passar pelo processo inteiro de entrada na UE, por isso só fará parte da UE uns largos anos após a independência. Em segundo, como Mariano Jajoy e o seu governo referiram, o referendo não é válido para Espanha, mas se a Catalunha se torna independente Espanha quase de certeza cortará relações com a Catalunha. Um novo país com a entrada na UE dificultada e com poucas relações estrangeiras terá uma vida muito difícil pela frente.
Economicamente seria difícil para a Catalunha pois de relações cortadas com a Espanha pouco comércio iriam efetuar. A produção da Catalunha também não me pareça que consiga sustentar o povo todo da Catalunha, pois nos últimos cem anos muitos foram os espanhóis que se mudaram para a Catalunha, logo mais população para sustentar, e se a produção da Catalunha não for suficiente terão que importar sem conseguir exportar ou seja vão ficar com uma dívida. E se a populção da Catalunha contra a independência sair da Catalunha, é capital humano que sai da Catalunha, ou seja menos produção. E como vai reagir a Espanha à perda da Catalunha? Também será afetada naturalmente, como a UE por efeito dominó também irá ser afetada.
Concluindo a independência da Catalunha iria trazer problemas económicos, sociais e políticos tanto para a Catalunha, como para a Espanha e para a UE. De salientar ainda, que foi com problemas em termos de independência que a 1ª Guerra Mundial despoletou, e com os atuais conflitos existentes na Europa e no Resto do Mundo uma europa defragmentada, poderia facilmente despoletar a 3ª grande guerra.
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