quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Abolição das touradas em Portugal

As touradas são um espetáculo bárbaro. Com esta frase defino o meu ponto de vista sobre o “espetáculo” das touradas.
Em primeiro lugar o espetáculo em si é degradante, porque o público aplaudir um homem a maltratar um animal, neste caso o touro, é indigno da cultura do século XXI. Num país que recentemente criminalizou os maus tratos aos animais domésticos, permite que permaneça legal e como um negócio o mal tratar outro tipo de animais,  será isto coerente? Como afirmou o ex-presidente da Câmara da Azambuja: “Em Portugal , no fim da lide, inicia-se o maior processo de selvajaria que se possa imaginar.”. Com isto, e apesar de ele ser um defensor das “touradas de morte”, ilustra o quão vergonhoso é o tratamento que os touros recebem após estarem a ser severamente feridos com intuito de entreter alguns “aficionados” (http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-ex-presidente-da-cm-de-azambuja-fala-428256) .

Dito isto considero que a abolição das touradas em Portugal seria a melhor solução, mesmo tendo em conta a tradição secular que é.

Pena de morte 

A  justiça já condenou muitas pessoas à pena de morte, afirmando que a morte era a melhor maneira de controlar o crime. Hoje em dia, com a criminalidade cada vez mais violenta e cruel, a pergunta que se pode fazer é: Será que a pena de morte é solução?

Eu acho que a violência  não se deve pagar com violência por isso para mim a pena de morte não é a solução para este problema.

Em primeiro lugar, acredito que o sistema de justiça não é perfeito e podem escapar alguns erros. No passado, houve muitos erros condenando os réus à morte mesmo sem o merecerem,tem acontecido algumas vezes que, após a execução do suposto culpado, o verdadeiro assassino confessar o seu ato desprezível. Pode ser necessário questionar a capacidade do Poder Judicial para julgar adequadamente uma pessoa culpada pois no caso de pena de morte, o erro judicial é irreparável.

Segundo, eu estou convencida de que não há humanos perfeitos o suficiente para julgar os erros de outro, muito menos para decidir a sua morte. Em outras palavras, o poder de vida e morte não pertence ao homem.

Em terceiro lugar, é certo que a pena de morte não assusta os assassinos. De acordo com os psicólogos, quando um homem trata de querer cometer um crime, na maioria dos casos, a lucidez do seu pensamento está ausente. Enquanto o crime for feito, nada pode impedir o criminoso ou assassino para parar.

Em conclusão, a pena de morte não pode impedir um criminoso de cometer um crime. Portanto, podemos puni-los severamente e justamente sem matar, porque na minha opinião é moralmente grave matar um homem antes que ele pudesse arrepender-se do seu crime.

Religião , falsa esperança e uma ideologia política .

Desde os primórdios da humanidade o ser humano sempre tentou descobrir o  porquê de ao final da tarde ocorrer o pôr do sol , o porquê das aves voarem o porquê das estrelas brilharem à noite , tentou até descobrir o porquê dos seus entes queridos de um momento para o outro desaparecerem sem saber para onde iam,ou seja quiseram saber o porquê da vida .Mas sem respostas e com a esperança a desaparecer "inventaram " uma coisas de nome Deus. Uma solução milagrosa para todas as perguntas que cabiam na cabeça do homem :
 -Mãe , porque está a chover ?
-Filho , é obra do "Deus da chuva".
 E assim continuava a vida sempre com esta resposta rápida que não precisava de muito raciocínio. Se não era o Deus da chuva era o Deus do sol ou do vinho .
 De repente começaram-se a construir templos para agradar estes seres divinos feitos do suor dos pedreiros e das lágrimas das mulheres destes que faleciam na construção dos edifícios religiosos, mas não fazia mal pois era tudo por uma boa causa .
    A religião acabou por evoluir . Em vez de 10 deuses passou a haver um mas ficou tudo na mesma.
O fanatismo continuou a aumentar ou seja a cegueira aumentou , e com isto o governo viu uma oportunidade para disciplinar a população . A sociedade ficou ordenada pelas ideias do suposto Deus e por exemplo se um ladrão roubasse já não tinha o lugar no céu garantido . Mais tarde vários cientistas filósofos , autores conseguiram provar que algumas ideias ou dogmas da religião eram erradas .Porém estes ou acabavam por ser condenados a morte por heresia ou blasfémia ou tinham de admitir que as suas ideias estavam erradas .
 Acho que já demonstrei o meu ponto de vista .Deus não existe é apenas uma personagem criada para ás perguntas da vida quotidiana ,para controlar sociedades e para dar esperança de que depois desta vida teremos vida eterna no paraíso ,ou seja , neste caso é uma forma ingénua de interpretar a vida .



Importância da Leitura


As novas tecnologias fizeram com que as pessoas deixassem a leitura dos livros de lado. Isso resultou num desinteresse geral pelos mesmos, possuindo um vocabulário cada vez mais pobre.
A leitura é uma atividade crucial para a nossa aprendizagem e que permite a diferenciação entre o ser humano e os animais. Através dela, é possível exercitar a memória, enriquecer o vocabulário, obter conhecimento sobre diversas áreas, etc. 
Na minha opinião, quando as pessoas afirmam não ter paciência para os ler, isso acontece devido à falta de hábito, o que não ajuda nas atividades de argumentação e compreensão.
Na verdade, o hábito da leitura deve ser estimulado desde cedo, para que se obtenha todas as qualidades que esta oferece. Um  livro é, até, capaz de ir contra as nossas ideias e entrar em conflito connosco, apresentando determinadas razões para conseguir que se fique confuso.
Acontece que Portugal é o país que apresenta a taxa de leitura mais baixa na União Europeia, sendo esta de 32%.  
Nos livros constrói-se uma versão própria da história e ao basear-se num livro para fazer um filme, este nunca vai cumprir certas expetativas de cada pessoa, de tal modo que os livros são até melhor que os filmes.
Em conclusão, a leitura é um mundo completamente diferente, cheio de coisas desconhecidas. Proporciona uma maior capacidade de interpretação e de desenvolvimento cerebral.

Texto de Argumentação

É importante fazer medidas e políticas para diminuir as emissões de gases na atmosfera?

Eu concordo com o tema de fazer medidas e políticas para a diminuição dos gases para a atmosfera.

Com a acumulação de gases na atmosfera, as temperaturas têm aumentado. Este aumento da temperatura tem várias consequências:
O aumento das secas que provoca a desertificação em algumas partes do globo;
A alteração do ecossistema que provoca o desaparecimento de algumas espécies e vegetação;
O degelo da Antártida  que provoca a destruição do habitat dos animas da Antártida e a subida do nível do mar que poderá prejudicar as zonas costeiras do globo

É crucial a criação e a implementação das medidas e políticas pois sem estas as consequências para os seres vivos que habitam na Terra podem ser muito graves.



Independência da Catalunha

 Desde a reconquista cristã na Península Ibérica os Reinos de Leão, Castela, Navarro, e Aragão/Catalunha (originado por um casamento entre condes de cada um dos reinos) se agregaram num só, deixando o Reino de Portugal e o novo Reino da Espanha como únicos Reinos da Península Ibérica. Mas será que a atual Espanha se manterá "intacta"? Pelo menos os Catalães assim não o pretendem.
 Sou da opinião que as atuais fronteiras europeias são para se manter, pois a União Europeia (UE) foi criada para aproximar os países, não para desagrega-los. Também não concordo com a maneira como o referendo é feito, pois se a Catalunha integra a Espanha, os espanhóis deviam ter o direito de votar o referendo, pois é de interesse comum às duas partes.
 E se a Catalunha consegue a independência? Em primeiro lugar deixa de fazer parte da UE e vai ter que passar pelo processo inteiro de entrada na UE, por isso só fará parte da UE uns largos anos após a independência. Em segundo, como Mariano Jajoy e o seu governo referiram, o referendo não é válido para Espanha, mas se a Catalunha se torna independente Espanha quase de certeza cortará relações com a Catalunha. Um novo país com a entrada na UE dificultada e com poucas relações estrangeiras terá uma vida muito difícil pela frente.
  Economicamente seria difícil para a Catalunha pois de relações cortadas com a Espanha pouco comércio iriam efetuar. A produção da Catalunha também não me pareça que consiga sustentar o povo todo da Catalunha, pois nos últimos cem anos muitos foram os espanhóis que se mudaram para a Catalunha, logo mais população para sustentar, e se a produção da Catalunha não for suficiente terão que importar sem conseguir exportar ou seja vão ficar com uma dívida. E se a populção da Catalunha contra a independência sair da Catalunha, é capital humano que sai da Catalunha, ou seja menos produção. E como vai reagir a Espanha à perda da Catalunha? Também será afetada naturalmente, como a UE por efeito dominó também irá ser afetada.
 Concluindo a independência da Catalunha iria trazer problemas económicos, sociais e políticos tanto para a Catalunha, como para a Espanha e para a UE. De salientar ainda, que foi com problemas em termos de independência que a 1ª Guerra Mundial despoletou, e com os atuais conflitos existentes na Europa e no Resto do Mundo uma europa defragmentada, poderia facilmente despoletar a 3ª grande guerra.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Apresentações do 1º Período de 2014-15

Walt Whitman, Canto de mim mesmo (Carolina Esteves, 11ºE – 28.10)
Leão Tolstoi, Confissão (Pedro Fernandes, 11ºE – 21.10)
John-Henry Newman, Calista (Mafalda, 11ºE – 30.10)
Robert Musil, O Jovem Torless (Sandra, 11ºE – 4.11)
Nicolau Maquiavel, O Príncipe (Duarte, 11ºE – 21.10)
José Cardoso Pires, O Delfim (Diogo Baptista, 11ºE – 4.11)
Leão Tolstoi, Anna Karenina (Rafaela, 11ºE – 2.12)
F. Scott Fitzgerald, A Década perdida (Pedro Couto, 11ºE – 6.11)
José Rodrigues Miguéis, A Escola do paraíso (Inês Neves, 11ºE – 21.10)
Lazarilho de Tormes (Francisco, 11ºE – 23.10)
Nathaniel Hawthorne, A Letra escarlate (Rita, 11ºE – 23.10)
Soren Kierkegaard, Temor e tremor (Carolina Antunes, 11ºE – 11.11)
Vergílio Ferreira, Até ao fim (Artur, 11ºE – 13.11)
T.S.Eliot, Terra Devastada (Lourenço, 11ºE – 30.10)
Elie Wiesel, Noite (Frederico, 11ºE – 23.10)
William Shakespeare, Muito barulho por nada (Inês Coutinho, 11ºE – 28.10)
Platão, Íon (Diogo Jesus, 11ºE – 28.10)
Thomas Mann, José e os seus irmãos (Gonçalo, 11ºE – 30.10)
John Stuart Mill, Sobre a Liberdade (Tiago, 11ºE -18.11)

Marguerite Yourcenar, Memórias de Adriano (Henrique, 11ºE – 25.11)